Escoteiros recebem conquistas através da primeira tábua das especialidades do ano

Escoteiros recebem conquistas através da primeira tábua das especialidades do ano

 

 

No último sábado, 31, o Grupo Escoteiro Aguaí de Siderópolis recebeu suas conquistas através da primeira tábua das especialidades & conquistas do ano. Nela continha especialidades em diferentes graus de conhecimento e níveis conquistadas no ano anterior e no começo deste ano.

 

Dentre tantos distintivos a tábua carregava também a insígnia de mares limpos que visa à reciclagem e o compromisso com a natureza que lobinhos, escoteiros e sêniors durante dois meses de trabalho conseguiram conquistá-la. “A insígnia tem o objetivo de incentivar as crianças e os jovens a reduzirem o consumo de plástico assim ajudando o Meio Ambiente e as gerações futuras”, descreveu o Biólogo e chefe do ramo sênior, Caio Feltrin.

 

A TÁBUA

A tábua é uma cerimônia de entrega de distintivos e premiações as crianças, jovens e adultos que alcançaram determinada conquista. Criada, avaliada e dirigida pelo chefe Caio Feltrin e confeccionada pelo ramo pioneiro, com membros de 18 a 21 anos, com ampla experiência em conquistas.

 

“A tábua tem o intuito de tornar o momento das conquistas pessoais mais especiais, com mística, expectativa e referência, ressaltando àqueles que obtiveram êxito em tornarem-se especialistas em alguma temática, proporcionando maior conhecimento sobre esta aos demais”, relatou Feltrin.

 

REFERÊNCIA

A tábua fez com que o Grupo Aguaí se tornasse referência no Distrito por apresentar grande diferencial na cerimônia de entrega de conquistas. Ela tem sido adotada em outros grupos da região do Estado de Santa Catarina.

 

“A tábua faz com que os integrantes queiram conquistar mais especialidades e insígnias, pois muitas vezes mais de 75% dos integrantes são chamados a tábua, restando poucos que não disponibilizaram tempo às conquistas pessoais. Não fazer parte da tábua é frustrante para algumas crianças e, isso é uma variável estimulante para buscar mais, querer mais”, ressaltou Feltrin.

 

O chefe ainda conta que a tábua também apresenta grande eficácia na propagação do conhecimento sobre especialidades, insígnias e cordões de eficiência. “Este ato nem sempre é propagado durante atividades, sendo de encargo de cada patrulheiro ir atrás destas conquistas. A ânsia por especialidades de algumas crianças desperta a valorização dos demais que muitas vezes não têm grande interesse em conquistá-las”, concluiu.